Ervas frescas: renda-se à horta em casa!

As ervas frescas dão cor, sabor e textura aos pratos, e ainda oferecem benefícios nutricionais. Descubra como cultivar e conservar ervas aromáticas em casa.

  

 

Salsa ou coentros? Hortelã ou manjericão? Tomilho ou alecrim? Na hora de cozinhar, a variedade de ervas frescas pode deixar-nos indecisos, mas há algo de que podemos ter a certeza: os seus benefícios para a saúde. Para além de serem ricas em micronutrientes, o seu sabor permite “distrair” as nossas papilas gustativas, que não vão sentir a falta de sal nos cozinhados, se usarmos este em menor quantidade.

Neste artigo, para além de lhe darmos a conhecer as propriedades e principais utilizações de algumas das ervas mais comuns, mostramos-lhe como cultivá-las em casa. E claro, dizemos-lhe ainda como conservá-las, para que tire o máximo partido destas aliadas do seu bem-estar.

Como cultivar ervas frescas em casa


Se pensa que só quem tem quintal ou jardim pode ter uma horta em casa, temos boas notícias. Para dispor de uma pequena horta de ervas frescas, mesmo que viva num apartamento, basta uma janela e um espaço de reduzidas dimensões onde pousar vasinhos ou uma floreira. Se tem uma varanda, pode ainda equacionar montar uma horta vertical.

Pode iniciar a sua horta comprando as plantas em vaso, mas aconselhamos a que as compre em semente e que controle o processo desde o início. No entanto, não caia na tentação de regar em demasia: lembre-se que no inverno as ervas precisam de menos água do que no verão e que pode adicionar adubo líquido à água de regar, de forma a manter as plantas saudáveis por mais tempo. Se precisa de um regador leve e funcional, opte por este regador da Tescoma de 2 L

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Se nunca teve uma hora em casa, inicie esta deliciosa aventura com pequenos passos.

Tenha ainda em atenção que há ervas que se dão melhor dentro de casa, como por exemplo, a salsa, o cebolinho e o manjericão, e outras que gostam do ar livre, como o alecrim ou o louro. Para garantir que ganham sabor e vitalidade, corte as ervas regularmente, pois isso estimula o seu crescimento. O ideal é colhê-las durante a manhã — pode usar esta prática tesoura multiusos —, pois ao final do dia, sobretudo nos dias quentes, tendem a ficar murchas.

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A sua casa não é particularmente luminosa e quer começar já com um pequeno “jardim” de ervas aromáticas? Opte pelo cultivador SENSE com luz LED integrada, que permite acolher até 6 vasos SENSE ou de tamanho equivalente. O comprimento de onda da luz promove o crescimento vegetal e o seu temporizador permite simular o ciclo dia/noite em espaços interiores durante todo o ano.

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4 ervas frescas para ter sempre à mão

1. Manjericão

Quando pensamos em manjericão, associamos de imediato esta erva à cozinha italiana, que a utiliza em variados pratos, das pizzas ao molho pesto. No entanto, o manjericão cultiva-se um pouco por todo o mundo, estimando-se que existam mais de 300 variedades. Por cá, as mais comuns são o manjericão-doce — de folha verde levemente estriada e recorte liso —, e o manjericão roxo.

Principais propriedades do manjericão
Fonte de minerais como zinco, cálcio, ferro e potássio, o manjericão é rico em vitaminas e óleos essenciais, possuindo propriedades analgésicas, antisséticas e cicatrizantes. Em caso de má digestão, experimente tomar uma chávena de chá de manjericão morno, que ajudará a diminuir a inflamação do estômago

 

2. Salsa

A salsa tem presença assegurada em inúmeras receitas portuguesas. Apesar de usada frequentemente para decorar os cozinhados, antes destes serem servidos, esta erva aromática confere sabor e textura a pitéus emblemáticos como os bolinhos de bacalhau ou o arroz de tomate, ainda que em algumas regiões do nosso país tenha um concorrente de peso: os coentros.

Principais propriedades da salsa
Sabia que a salsa é rica em ferro? E como é igualmente fonte de vitamina C, entre outras vitaminas, permite que o organismo faça uma correta absorção daquele mineral. Para além disso, a salsa apresenta níveis interessantes de flavonóides, cujas propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias ajudam na prevenção do cancro.

 

3. Coentros

“Pezinhos de coentrada”: um dos pratos alentejanos mais venerados, cuja essência nunca seria a mesma sem os coentros que, à primeira vista, até podem ser confundidos com a salsa. Assim que o nariz entra em ação, não há engano possível: o aroma (e o sabor) dos coentros é inconfundível! Outras cozinhas onde os coentros não podem faltar são a mexicana — onde se destaca o guacamole e os guisados picantes —, e a tailandesa, com as suas sopas e salteados de sabor fresco e exótico.

Principais propriedades dos coentros
Consta que os egípcios já utilizavam coentros, misturados com sal e vinagre, para conservar carne. As suas folhas verdes são ricas em ferro, ácido fólico, cálcio e potássio. O seu consumo ajuda a controlar os níveis de colesterol e glicose no sangue, contribuindo para a prevenção de doenças como a diabetes ou a hipertensão.

 

4. Hortelã-pimenta

As sobremesas e os cocktails ficam mais vistosos decorados com hortelã, no entanto, o valor desta erva não é apenas estético. São muitas as receitas que com ela ganham sabor e personalidade, desde logo as sopas de ervilha, os pratos de cordeiro e os bolos de chocolate com um toque de menta. A hortelã-pimenta é apenas uma das variedades de hortelã, sendo cada vez mais fácil encontrar outras, como por exemplo a hortelã da ribeira ou a hortelã-chocolate.

Principais propriedades da hortelã-pimenta
À semelhança de outras ervas, também a hortelã-pimenta é muito utilizada na indústria farmacêutica e cosmética. Em casa, podemos usar esta erva para cozinhar ou consumir sob a forma de infusão e, de ambas as formas, usufruir das suas características analgésicas, calmantes, digestivas, anti-espasmódicas, descongestionantes, antioxidantes e anti-inflamatórias.

Dica >>> na hora de cozinhar com ervas frescas, assegure-se de que tem consigo a prática tesoura para ervas aromáticas da Tescoma.

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Como conservar ervas frescas

Por último, neste artigo sobre os benefícios de cultivar ervas aromáticas em casa, iremos falar-lhe de como conservar estes verdadeiros tesouros da natureza. Siga as nossas dicas, garanta mais sabor nos seus cozinhados e ofereça saúde à sua família!

Frescura por mais tempo
Sejam ervas frescas cultivadas por si ou compradas no supermercado, uma das formas mais eficientes de conservá-las por mais tempo é colocá-las com os caules num pouco de água dentro de um copo ou frasco, tapá-las (com um saco de congelação, por exemplo) e guardá-las no frigorífico. 

Outra solução simples é embrulhar as ervas num pano ou toalhete de papel humedecido e guardar numa caixa tapada, como por exemplo a caixa retangular FRESHBOX da Tescoma.

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Ervas sempre prontas a usar
Por vezes, não conseguimos prever quando iremos utilizar as ervas aromáticas, mas sabemos como estas são delicadas e sensíveis. Assim, de modo a evitar desperdício, devemos congelá-las e ir adicionando-as, aos poucos, a diversas confeções culinárias. 

A maneira mais fácil e simples de conservar as ervas desta forma é recorrendo aos dispensadores de ervas congeladas. Quando quiser utilizá-las, e dependendo das ervas, poderá destacar apenas as folhinhas, cortar uma porção com uma faca ou até ralá-las diretamente para a panela ou prato!

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